terça-feira, 10 de maio de 2011

Sintomas da bipolaridade

Mudança de humor em pacientes bipolares pode ser prevista


Descoberta revela que terapias que ajudam o paciente a falar sobre seu humor podem ser eficazes no combate à condição

Futuras mudanças de humor em pacientes com transtorno bipolar

 podem ser previstas por seus pensamentos e comportamentos atuais.

 A descoberta é de pesquisadores das universidades de Manchester e

 Lancaster, no Reino Unido.

Descobertas são importantes porque mostram que tratamentos 

como a terapia cognitivo-comportamental (TCC),

 podem se revelar eficazes para combater a doença.

Pessoas com doença bipolar são propensas a oscilações extremas
 de humor que as leva de grandes picos emocionais até a depressão.
A causa dessas mudanças de humor é
frequentemente atribuída aos genes do paciente e da biologia, em vez de
seus próprios pensamentos e acções.
Para este estudo, os investigadores seguiram 50 pessoas com
 transtorno bipolar durante um mês.
 A equipe descobriu que os pensamento e comportamento
 dos pacientes previram o seu humor futuro, mesmo quando a
sua história médica foi contabilizada.
"Indivíduos com transtorno bipolar que tinham pensamentos extremos
 sobre seu humor -
por exemplo, que seu humor estava completamente fora de
seu controle ou que eles
tinham de se manter ativos o tempo todo para evitar se
tornarem fracassos -
desenvolveram mais problemas de humor dentro de um mês", disse o
 líder do estudo, Warren Mansell.
"Em contraste, as pessoas com transtorno bipolar, que deixaram
seus humores passarem como uma reação normal ao estresse, ou
 que sabiam que poderiam controlar seu humor, se saíram bem um mês
depois. Estes resultados são encorajadores para
terapias como a TCC, que
visam ajudar o paciente a falar sobre os seus
 humores e mudar sua
forma de pensar sobre eles."
Uma nova forma de TCC, conhecida como TEAMS
(Think Effectively About Mood Swings), está sendo desenvolvido
 por Mansell e seus colegas. A abordagem tem como
 objetivo melhorar as terapias
anteriores, centrando-se sobre os problemas atuais,
como depressão, ansiedade e irritabilidade,
e ajudar os pacientes a estabelecer metas para sua vida como um todo.
O objetivo de TEAMS é incentivar os pacientes a aceitar e
 gerir uma gama de emoções normais -
como alegria, raiva e medo - e um ensaio clínico controlado
que vai seguir uma série de casos de
 sucesso da abordagem.
Os investigadores vão usar a abordagem TEAMS para
acompanhar seus resultados actuais 
com um estudo mais amplo que vai identificar quem
sofreu recaídas e quais se dirigiram 
para a recuperação a longo prazo.
                                                                                                                       
                                                                                       Fonte: Isaude.net








Se quiser descobrir se tem esta doença visite este site:
http://www.psicologiananet.com.br/teste-de-personalidade
-teste-psicologico-para-
identificar-transtorno-bipolar/1112/ 




Esquizofrenia

O que é?
A esquizofrenia é uma doença mental, que se caracteriza perda de noção da realidade e dificuldade nas relações afectivas, sociais e profissionais. Baseia-se numa desorganização da personalidade e pertence ao grupo das psicoses.


Sintomas/ Consequências:

-Delírios: são ideias falsas, das quais o paciente tem convicção absoluta.


- Alucinações: são percepções falsas dos órgãos dos sentidos. As alucinações mais comuns na esquizofrenia são as auditivas, em forma de vozes. O paciente ouve vozes que falam sobre ele, ou que acompanham suas actividades com comentários. Muitas vezes essas vozes dão ordens de como agir em determinada circunstância. Outras formas de alucinação, como visuais, tácteis ou olfactivas podem ocorrer também na esquizofrenia.  

- Alterações do pensamento: as ideias podem tornar-se confusas, desorganizadas ou desconexas, tornando o discurso do paciente difícil de compreender. Muitas vezes o paciente tem a convicção de que seus pensamentos podem ser lidos por outras pessoas, ou que pensamentos são roubados de sua mente ou inseridos nela.  

- Alterações da afectividade: muitos pacientes tem uma perda da capacidade de reagir emocionalmente às circunstâncias, ficando indiferente e sem expressão afectiva. Outras vezes o paciente apresenta reacções afectivas que são contraditórias, inadequadas em relação ao contexto em que se encontra. Torna-se infantil e comporta-se de modo excêntrico ou indiferente ao ambiente que o cerca.  

- Diminuição da motivação: o paciente perde a vontade, fica desanimado e apático, não sendo mais capaz de enfrentar as tarefas do dia a dia. Quase não conversa, fica isolado e socialmente retraído.   
Tratamento:
A forma de tratamento mais simples consiste na administração de medicamentos antipsicóticos, ou tranquilizantes major, normalmente durante longos períodos de tempo. Embora estes medicamentos possam originar alguns efeitos secundários bastante evidentes, nomeadamente uma grande sonolência e rigidez muscular, costumam ser bastante benéficos, sobretudo quando são indicados nas primeiras fases da doença. Por outro lado, é essencial que os familiares do paciente se responsabilizem pelo rigoroso cumprimento das instruções do médico relativamente às doses, horários e duração do tratamento, pois comprovou-se que eventuais irregularidades na administração dos fármacos constituem uma das principais causas do aumento de intensidade dos sinais e sintomas. Sempre que a evolução for favorável, o paciente pode iniciar uma psicoterapia individual que lhe permita tentar compreender a sua situação, melhorar o seu comportamento e fortalecer a sua integração no meio. É igualmente recomendável a realização de uma terapêutica familiar, mesmo que a convivência com o paciente possa provocar várias dúvidas e situações muito complexas, porque as reacções dos familiares podem influenciar a evolução do problema.